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séc. VI a.C.: Início da filosofia ocidental com Tales de Mileto.
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fim do séc. VI a.C.: Morte de Pitágoras.
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387 a.C.: Platão funda a Academia em Atenas, a primeira universidade.
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335 a.C.: Aristóteles funda o Liceu em Atenas, escola rival da Academia.
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324 d.C.: O imperador Constantino muda a capital do Império Romano para Bizâncio.
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400 d.C.: Santo Agostinho escreve Confissões. A filosofia é absolvida pela teologia cristã.
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529 d.C.: Fechamento da Academia em Atenas, pelo imperador Justiniano, marca o fim da era greco-romana e consolida a entrada na Alta Idade Média.
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meados do séc. XIII: Tomás de Aquino escreve seus comentários sobre Aristóteles. Era da filosofia escolástica.
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1453: Queda de Bizâncio para os Turcos, fim do Império Bizantino.
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1492: Colombo chega à América. Renascimento em Florença e renovação do interesse pela aprendizagem do grego.
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1543: Copérnico publica Sobre as revoluções dos orbes celestes, com um modelo matemático no qual a Terra gira em torno do Sol.
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1633: Galileu é forçado pela Igreja a abjurar a teoria heliocêntrica, até que (e se) surgissem evidências conclusivas dessa hipótese.
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1641: Descartes publica as Meditações, início da filosofia moderna.
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1677: A morte de Espinoza permite a publicação da Ética.
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1687: Isaac Newton publica os Principia, introduzindo o conceito de gravidade.
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1689: Locke publica o Ensaio sobre o entendimento humano. Início do empirismo.
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1710: Berkeley publica os Princípios do conhecimento humano, levando o empirismo a novos extremos.
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1716: Morte de Leibniz.
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1739-40: Hume publica o Tratado sobre a natureza humana, conduzindo o empirismo a seus limites lógicos.
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1781: Kant, despertado de seu "sono dogmático" por Hume, publica a Crítica da razão pura. Início da grande era da metafísica alemã.
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1807: Hegel publica A fenomenologia do espírito: apogeu da metafísica alemã.
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1818: Schopenhauer publica O mundo como vontade e representação.
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1844: Marx escreve os manuscritos de filosofía e economia que dão origen a teoría Marxista.
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1879: Gottlob Frege, publica a *Begriffsschrift*(*Conceitografia* ou *Ideografia*), um marco na história da Lógica e da tradição posteriormente conhecida como filosofia analítica.
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1892: Gottlob Frege, publica *Uber Sinn und Bedeutung* (*Sobre Sentido e Referência*).
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1889: Nietzsche, o declarador de que "Deus está morto" e, consequentemente, o Homem depende apenas de si mesmo.
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1898: G.E.Moore publica "The Nature of Judgment", uma das obras que inaugura a tradição da filosofia analítica na Inglaterra.
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1903: Moore publica Principia Ethica.
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1903: Bertrand Russell publica The Principles of Mathematics.
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1905: Bertrand Russell publica seu artigo 'On Denoting', em que expõe pela primeira vez sua teoria das descrições definidas.
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1910: Bertrand Russell e A.N. Whitehead publicam o primeiro volume de Principia Mathematica.
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1921: Wittgenstein publica o Tractatus logico-phiosophicus, advogando a "solução final" para os problemas da filosofia.
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década de 1920: O círculo de Viena (capitaneado por Rudolf Carnap e Moritz Schlick, entre outros) apresenta o positivismo lógico.
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1927: Heidegger publica Ser e tempo, anunciando a ruptura entre a filosofia analítica e a continental.
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1928: Rudolf Carnap publica Der logische Aufbau der Welt.
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1930: Kurt Gödel publica "The Completeness of the axioms of the functional calculus of logic"
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1931: Gödel publica "On formally undecidable propositions of Principia Mathematica and related systems I".
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1937: Carnap publica The Logical Syntax of Language.
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1943: Sartre publica O ser e o nada, avançando no pensamento de Heidegger e instigando o surgimento do existencialismo.
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1950: Carnap publica "Empiricism, Semantic and Ontology".
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1950: W.V.O.Quine publica "Two Dogmas of Empiricism", que contem um rejeição da distinção análitico/sintético.
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1950: Peter Strawson publica "On Referring", criticando "aquele paradigma da filosofia"(como disse Frank Ramsey), a teoria das descrições definidas de Russell.
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1953: Publicação póstuma de Investigações filosóficas, de Wittgenstein. Auge da análise lingüística.
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1959: Strawson publica Individuals.
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1962: Thomas Kuhn publica The Structure of Scientific Revolutions.
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1971: Saul Kripke publica "Identity and Necessity".
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1972: Kripke publica a primeira edição de Naming and Necessity.
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1975: Hilary Putnam publica "O Significado do 'Significado'".
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1977: David Kaplan profere as conferências publicadas mais tarde (1989) com o título Demonstratives--An Essay on the Semantics, Logic ,Metaphysics, and Epistemology of Demonstratives and other Indexicals.
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1979: Tyler Burge publica "Individualism and the Mental". Stanley Cavell publica The Claim of Reason.
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1980: Richard Rorty publica Philosophy and the Mirror of Nature.
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1980: Kripke publica a segunda edição de Naming and Necessity.
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1982: Kripke publica Wittgenstein on Rules and Private Language.
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1985: Bernard Williams publica Ethics and the Limits of Philosophy.
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1994: Robert B. Brandom publica Making It Explicit. John McDowell publica Mente e Mundo.
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